sexta-feira, 8 de julho de 2011

EVENTO 6 – FÁBRICA DE QUEROSENE

Em março o FISCAL Dalbernon atendendo denúncia, compareceu ao Parque Santa Cecília no Bairro Bom Jardim e notificou uma empresa que parecia produzir produtos de limpeza. Passado algum tempo e com nova denuncia registrada na OUVIDORIA DA SER 5, nova vistoria mais minuciosa foi realizada pelas FISCAIS Morgana e Camila. Elas encontraram uma empresa que produzia querosene, soda caustica solvente e água sanitária, produzindo riscos de segurança e saúde muito elevados para os moradores do entorno.

Aspecto interno da empresa
Material inflamável

  
A referida empresa foi encontrada sem ALVARÁ DE FUNCIONAMENTO e sem LICENÇA AMBIENTAL. As fiscais notificaram e orientaram os responsáveis sobre as denuncias, os riscos e as medidas que deveriam ser tomadas.
Funcionária com condições inadequadas de trabalho

Aguardamos os prazos legais dados na notificação e no auto de constatação, com a continuação das denúncias por parte dos moradores e novamente sem nenhuma atitude por parte da empresa que nem mesmo compareceu à SER 5, foi emitido o AUTO DE INTERDIÇÃO e efetivado com o acompanhamento da CPMA (Companhia de Policiamento Militar Ambiental) através dos fiscais Dirceu, Camila e Glaubenir.

Fiscais Dirceu e Glaubenir + CPMA
Fiscal Glaubenir fazendo relatório do procedimento

Fiscal Camila realizando a INTERDIÇÃO

Vale salientar que encontramos a empresa sem condições mínimas de funcionamento e os empregados sem uso de EPI, em contato direto com os produtos, além de não existir nada em relação a segurança devido o material utilizado na produção.
Conversando com os funcionários sobre a falta de EPI
Local INTERDITADO

Após a INTERDIÇÃO o responsável compareceu à SER 5 e foi orientado em relação a impossibilidade legal de se liberar ALVARÁ DE FUNCIONAMENTO para aquele tipo de atividade, naquela área e com a configuração existente. O responsável foi orientado a procurar outro local para instalar sua indústria.

domingo, 3 de julho de 2011

EVENTO 5 – EMPACOTADORA CAUSANDO POLUIÇÃO SONORA


Em vistoria realizada pelos FISCAIS Dalbernon e Ariane atendendo denuncia registrada na Ouvidoria da SER 5, foi verificada a existência de uma empresa empacotadora produzindo níveis elevados de POLUIÇÃO SONORA:

·Ruído da Fonte = 71,0 dB (A) no meio fio da Av. Osório de Paiva, com equipamento funcionando e pausa no trânsito devido sinal próximo.
·Ruído de fundo = 59,0 dB (A) no meio fio da Av. Osório de Paiva, com equipamento desligado e pausa no trânsito devido sinal próximo.

Dalbernon com Sonômetro fazendo a leitura
Também foi verificada a falta de ALVARÁ DE FUNCIONAMENTO e de LICENÇA AMBIENTAL. Os fiscais notificaram e orientaram os responsáveis.

Passados os prazos legais dados na notificação e no auto de constatação, com a continuação das denúncias por parte dos moradores nas residências localizadas na parte de trás da empresa e sem nenhuma atitude por parte da empresa que nem mesmo compareceu à SER 5, foi emitido o AUTO DE INTERDIÇÃO e foi marcada nova vistoria, desta vez em parceria com a CPMA (Companhia de Policiamento Militar Ambiental), vistoria esta que resultou em novo flagrante de Poluição Sonora com níveis semelhantes ao anterior e novamente verificado que a empresa continuava sem nenhuma documentação do local.
CPMA apoiando a operação
 
Complementarmente e para efeito de orientação sobre o motivo da denuncia, foi solicitado que o responsável pela empresa acompanhasse as medições na área onde ocorreram as denuncias. Lá chegando foram verificados níveis idênticos aos medidos na parte frontal e os moradores reclamantes foram ouvidos, dando uma noção exata do problema aos responsáveis pela empresa.
Monaliza realizando a Interdição
Com uma das denunciantes

A CPMA após a conclusão dos serviços pelos fiscais solicitou que o representante da empresa os acompanhasse à Delegacia para efetivação de TCO, devido o flagrante de Poluição sonora. Na Delegacia o Delegado optou por efetivação de BO.

Vale salientar que pela segunda vez nestas vistorias, encontramos empresa com manipulação de alimentos sem as mínimas condições de higiene. Desta vez tratando-se de uma empacotadora que presta serviços a uma grande rede de supermercados local. Outro fator foi a constatação do nível de ruído interno (95 dB(A)) e a falta de uso de EPI pelos funcionários, sendo motivo de alerta pelos nossos fiscais ao funcionários.
Área interna da empresa

domingo, 26 de junho de 2011

EVENTO 4 – INDÚSTRIA DE CONFECÇÕES COM POLUIÇÃO AMBIENTAL

Em nova operação em comemoração ao dia mundial do MEIO AMBIENTE (5 de junho), a equipe de fiscais da SER 5 em companhia da CPMA (Companhia de Policiamento Militar Ambiental), realizou fiscalização em estabelecimento com impacto ambiental grave.

Uma INDÚSTRIA DE CONFECÇÕES no bairro Mondubim que funciona com ALVARÁ DE FUNCIONAMENTO IRREGULAR e LANÇA RESÍDUOS INDUSTRIAIS (LÍQUIDOS) em níveis elevados, POLUINDO A LAGOA DO MONDUBIM.


Foram realizadas duas vistorias. A primeira com as fiscais Morgana, Camila e Graça, que perceberam irregularidades em relação ao ALVARÁ DE FUNCIONAMENTO e grave lançamento de RESÍDUOS LÍQUIDOS industriais para via pública que derivavam diretamente para a Lagoa do Mondubim. 
RESÍDUOS LIQUIDOS (ÁGUA+TINTA+SUBST. OLEOSAS)
Resíduos escorrendo em direção a lagoa
Tubulação para caixas coletoras irregulares












Nova vistoria foi realizada através dos fiscais Aurélio, Monaliza e Sâmya em companhia da CPMA, onde foram feitas novas notificações e foi exigida a correção imediata do problema.
Representantes da empresa + Fiscais + CPMA
Neste caso não houve necessidade de INTERDIÇÃO, pois a empresa vendo a seriedade do trabalho da fiscalização da SER 5 em parceria com a CPMA, passou a corrigir imediatamente o problema, deixando de lançar os resíduos industriais na via pública e lagoa e isolou toda tubulação que derivava para caixas coletoras que haviam sido construídas no passeio, no lado voltado para a lateral sul da lagoa. Também apresentou documentos mostrrando contrato de manuteção do sistema sanitário (esgotamento), além de se propor a apresentar projeto corretivo à SER 5.

Caixas no passeio com canos isolados
Em duas vistorias recentes, não encontramos lançamentos irregulares, foi feita limpeza do entorno, isolados os canos e a empresa solicitou a correção de seu ALVARÁ DE FUNCIONAMENTO (adequação da área existente).

Este foi o EVENTO 4 do programa de correção ambiental iniciado pela SER 5 em sua área de atuação, no mês que se comemora o dia mundial do Meio Ambiente.

domingo, 19 de junho de 2011

OPERAÇÃO DE FISCALIZAÇÃO: MUDANDO ATITUDES

(DEPOIMENTO)
Em recente operação de fiscalização da Regional V, nossa equipe, em parceria com a CPMA (Companhia de Policiamento ambiental), interditou mais uma atividade econômica que não atendeu no período hábil, as determinações administrativas da Regional. Dessa vez, a interdição ocorreu numa padaria localizada no Bairro Maraponga. Ao chegar ao estabelecimento, tornou-se evidente os prováveis riscos de saúde que a população do bairro estava submetida ao consumir os produtos fabricados naquela padaria. As condições de higiene não eram as mais apropriadas para instalações de uma padaria: pães e bolos espalhados pelo chão, trabalhadores sem vestimentas adequadas, piso e paredes sujas, fuligem espalhada oriunda do forno a lenha. Além disso, foi caracterizado no local, poluição ambiental causada pelo uso do forno a lenha, que expelia quantidade significativa de dióxido de Carbono (C O2 ) na atmosfera,  prejudicando o Meio ambiente e à população do entorno, causando problemas respiratórios, principalmente em crianças e em idosos, como os relatados no processo de fiscalização do estabelecimento supracitado. Diante dos fatos expostos e visando responder a sociedade interditou-se a padaria, de forma que seu proprietário possa regularizar a situação e posteriormente voltar a suas atividades, respeitando a legislação municipal referente ao Código de Obras e Postura (Lei nº 5530/81) e à legislação ambiental vigente.
É importante ressaltar que o papel da fiscalização não é punir os munícipes, mas, principalmente, de conscientizá-los dos riscos ambientais e de problemas de saúde, caso não sejam cumpridas as determinações da legislação especifica. Entretanto, a fiscalização tem um grande desafio pela frente, visto que alguns munícipes ainda encaram a fiscalização como uma forma da prefeitura arrecadar recursos financeiros por meio da cobrança dos autos de infração. O atual contexto da fiscalização vem mostrar seu caráter educativo e preventivo em suas ações. Para isso, conta-se com a parceria da Companhia de Policiamento ambiental  que também trabalha no combate a toda e qualquer forma de agressão ao Meio Ambiente. Nesse sentido, as operações de fiscalização realizadas pela Regional V objetivam contribuir para a construção do espaço urbano fortalezense, sendo menos segregador e mais consciente da necessidade de preservação do Meio ambiente ecologicamente sustentável.

Monaliza Lima
Fiscal Municipal

quarta-feira, 15 de junho de 2011

EVENTO 3 – PANIFICADORA COM POLUIÇÃO ATMOSFÉRICA

Continuando as operações em comemoração ao dia mundial do MEIO AMBIENTE (5 de junho), a equipe de fiscais da SER 5 em companhia da CPMA (Companhia de Policiamento Militar Ambiental), realizou mais uma interdição em estabelecimento com impacto ambiental.

Uma PANIFICADORA no bairro Maraponga que funcionava sem ALVARÁ DE FUNCIONAMENTO, sem LICENÇA AMBIENTAL e causava POLUIÇÃO ATMOSFÉRICA em níveis elevados, causando enorme desconforto aos moradores das proximidades.

As fiscais Camila e Daniela realizaram duas vistorias, notificaram duas vezes por falta de ALVARÁ DE FUNCIONAMENTO, uma por falta da Licença Ambiental e outra por lançamento de resíduos na atmosfera. Decorridos os prazos e com a falta de correção dos problemas pelo infrator, além da continuação das denuncias pelos moradores do entorno, decidiu-se pela INTERDIÇÃO novamente em companhia da CPMA.

Chegando ao estabelecimento para INTERDIÇÃO, encontramos além dos problemas citados, graves situações em relação a higiene do estabelecimento (ver fotos), além de verificarmos que a chaminé encontrava-se quebrada e não havia qualquer sistema de filtragem, além da falta total de condições de trabalho para os funcionários.
Chaminé quebrada e inoperante
Alto nível de sujeira - Pães pelo chão

Sujeira e bolos no chão



Monaliza preenchendo a INTERDIÇÃO


A fiscal Monaliza efetivou a INTERDIÇÃO do local e solicitou o fechamento da PANIFICADORA, tudo devidamente acompanhado pelos policiais da CPMA.


FISCAIS + CPMA
O responsável foi orientado em relação aos procedimentos, além de ser alertado em relação as correções que deveriam ser efetivadas. A empresa acatou e encerrou as atividades do estabelecimento, ficando a equipe de fiscais encarregada de monitorar o local.
Os denunciantes que ligaram elogiando o procedimento, foram solicitados a cooperar com a manutenção da INTERDIÇÃO, alertando nossa equipe caso haja descumprimento.

Este foi o EVENTO 3 do programa de correção ambiental iniciado pela SER 5 em sua área de atuação, no mês que se comemora o dia mundial do Meio Ambiente.

“A fiscalização com atitudes firmes, busca resgatar o respeito ao corpo de fiscais do município, respeito esse desgastado durante longo tempo de ineficiência administrativa por parte da Prefeitura Municipal de Fortaleza e desvios de conduta injustificáveis e não punidos de forma adequada pelas administrações anteriores.”

Evento 2: Em produção para exibição

sexta-feira, 10 de junho de 2011

EVENTO 1 - INTERDIÇÃO DE LAVA JATO POLUIDOR AMBIENTAL

No mês que se comemora o dia mundial do MEIO AMBIENTE (5 de junho), a equipe de fiscais, dando prosseguimento a seu trabalho, relacionou diversas denuncias relativas a impactos ambientais e em companhia da CPMA (Companhia de Policiamento Militar Ambiental), semanalmente realiza interdições e procedimentos nos diversos casos.

Várias situações graves foram encontradas, entre elas, um LAVA JATO no bairro Maraponga que funcionava sem ALVARÁ DE FUNCIONAMENTO, lançava resíduos líquidos perigosos na sarjeta que com a inclinação natural do trecho desembocava na Lagoa da Maraponga. Os resíduos líquidos, misto de água, óleo, graxa entre outros, danificam o calçamento, o asfalto na via perpendicular e causavam enorme desconforto aos moradores das proximidades.
Água e Oléo em direção a Lagoa
Obstrução de passeio

Inicialmente foi enviado o fiscal Dirceu, que encontrou o estabelecimento sem ALVARÁ e lançando resíduos líquidos no logradouro e grave obstrução do passeio dificultando a acessibilidade, resultando em três notificações. Passado o prazo e sem o comparecimento do responsável, nova vistoria foi efetivada através da fiscal Daniela, que encontrou novamente as mesmas situações e efetivou novas notificações.

Novamente o responsável não compareceu e passados os prazos, definiu-se a INTERDIÇÃO, que foi realizada com a parceria da CPMA. O estabelecimento foi fechado e exigido as correções do problema. A empresa acatou e com monitoramento constante do Funcionário Público Miranda (da guarda Municipal), garantiu-se a manutenção da INTERDIÇÃO por vários dias.

Lava Jato interditado
Correção da obstrução do passeio
Hoje a INTERDIÇÃO foi suspensa parcialmente após a comprovação de que a empresa encontra-se realizando diversas obras corretivas no local, deixou de lançar resíduos no logradouro e entrou com processo solicitando ALVARÁ na SER 5, além de apresentar protocolo de solicitação de Licença Ambiental à SEMAM.

CPMA + FISCAIS
Rua sem Poluição Ambiental
Um trabalho eficiente de fiscalização, comprometimento de uma equipe, Secretário bem intencionado e defensor da legislação  e uma boa parceria com a Polícia, levaram a correção de um problema grave.
Hoje não existe mais despejo de resíduos líquidos na lagoa, a rua esta limpa, sem água servida, a obstrução do passeio foi corrigida com a colocação de rampa de acesso metálica móvel permitindo acessibilidade e adaptações na estrutura estão sendo executadas para a adequação completa do estabelecimento, além da regularização documental do mesmo.
Este foi o EVENTO 1 do programa de correção ambiental iniciado pela SER 5 em sua área de atuação, no mês que se comemora o dia mundial do Meio Ambiente. Ressalva apenas para a deficiência na divulgação dos serviços que vem sendo realizado pela Secretaria. O respeito ao cidadão ocorre com o bom atendimento as suas solicitações e anseios, respeito a lei e a necessária orientação de seus direitos, deveres e a correta divulgação do trabalho dos funcionários públicos como retorno a estes anseios pessoais e sociais, com consequente conquista da busca pela regularização pelos possiveis infratores, que passam a perceber a seriedade do trabalho, diminuindo assim a demanda natural da fiscalização. 

Breve: Evento 2 – Interdição de Recicladora em área de litígio entre Fortaleza e Maracanaú.